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Como transformar sua chave PIX em QR Code

Um QR Code PIX é a sua chave, o seu nome e a sua cidade codificados no padrão BR Code do Banco Central. Gerar leva menos de um minuto — o que decide se ele funciona bem no dia a dia são as escolhas de chave, de valor e de formato.

Antes de começar

Você precisa de uma chave PIX já cadastrada em algum banco ou carteira digital. Este site não cria chaves: ele apenas monta o código a partir de uma chave que já existe. Se você ainda não tem nenhuma, abra o aplicativo do seu banco, procure a área PIX e cadastre — o processo é gratuito e leva alguns segundos.

Com a chave em mãos, copie-a do próprio aplicativo em vez de digitar de memória. A maior parte dos códigos que não funcionam nasce de um dígito trocado no CPF ou de um e-mail escrito errado.

O passo a passo, campo por campo

1. Informe a chave

Cole a chave PIX exatamente como ela está cadastrada no banco. O tipo — CPF, CNPJ, e-mail, telefone ou aleatória — é reconhecido pelo formato, sem você precisar escolher.

2. Complete os dados

Nome do recebedor e cidade são obrigatórios pelo padrão do Banco Central. Valor e descrição são opcionais e mudam o comportamento do código.

3. Gere e confira

O QR Code e o Copia e Cola aparecem na hora. Escaneie com o app do seu próprio banco antes de usar: é a única forma de garantir que a chave foi digitada certo.

4. Baixe ou vire placa

Baixe o PNG para mandar por WhatsApp, ou aplique o código em um dos modelos de placa e imprima para o balcão.

Sobre o nome do recebedor: o padrão do Banco Central reserva 25 caracteres para esse campo, então nomes longos aparecem cortados na tela do pagador. Use o nome pelo qual o cliente reconhece você ou o negócio, não a razão social completa.

Qual chave usar em cada situação

Todas as chaves geram um código igualmente válido. O que muda é o que o pagador vê na tela antes de confirmar — e a chance de você precisar refazer tudo mais tarde.

ChaveIndicada paraObservação
CNPJNegócio com empresa aberta, inclusive MEIMelhor escolha para venda presencial: o pagador vê a razão social e desconfia menos.
Chave aleatóriaQuem não quer expor CPF, telefone ou e-mailNão expira e não revela dado pessoal. Só não pode ser apagada no app depois de virar placa.
CPFAutônomo sem CNPJO pagador vê seu nome parcialmente mascarado. Funciona, mas gera mais perguntas no caixa.
Telefone / e-mailCobranças pontuais entre conhecidosEvite em placa impressa: trocar de número ou de provedor invalida o código e obriga a reimprimir.

Com valor fixo ou sem valor?

Deixar o campo de valor em branco cria um código que serve para qualquer quantia: o cliente digita quanto vai pagar no aplicativo do banco. É o formato certo para placa de balcão, onde os preços variam a cada venda.

Preencher o valor trava a quantia dentro do código. Isso elimina o erro de digitação e é ideal para cobrança individual — uma venda pelo WhatsApp, uma mensalidade, uma entrada de evento. O custo é a rigidez: se o preço mudar, o código antigo continua cobrando o valor velho e precisa ser regerado.

QR Code ou Copia e Cola: quando usar cada um

Os dois carregam exatamente a mesma informação. A diferença é o meio pelo qual ela chega ao pagador.

Use o QR Code quando o cliente está na sua frente e vai apontar a câmera: balcão, feira, mesa de restaurante, entrega em mãos. É também o formato que vira placa impressa.

Use o Copia e Cola quando a cobrança vai por mensagem. Mandar a foto de um QR Code pelo WhatsApp obriga o cliente a abrir a imagem em outro aparelho ou a usar a leitura de imagem da galeria; o texto, ele cola direto na opção "PIX Copia e Cola" do banco, sem sair do celular.

Como o seu cliente paga

Vale conhecer o caminho para conseguir orientar quem trava no caixa: no aplicativo do banco, o cliente abre a área PIX, escolhe "Pagar" ou "Ler QR Code", aponta a câmera para o código e confere na tela o nome do recebedor e o valor antes de confirmar.

O dinheiro cai direto na sua conta, em segundos, a qualquer hora e em qualquer dia. A confirmação chega pela notificação do seu banco — este site não processa nem acompanha pagamentos, então mantenha as notificações ativas no celular de quem opera o caixa.

O QR Code não está sendo lido. E agora?

Na tela, o problema quase sempre é a imagem ter sido redimensionada de forma desproporcional em algum encaminhamento — um QR Code esticado deixa de ser válido. Gere de novo e envie o arquivo original, ou use o Copia e Cola.

No papel, a causa costuma ser física: código impresso pequeno demais, tinta fraca, pouco contraste com o fundo, plástico brilhante refletindo a luz ou falta de margem branca em volta do código. O leitor precisa dessa borda para identificar onde o código começa.

Se o código é lido mas o banco recusa, o problema é a chave: ela pode ter sido excluída, ou a conta encerrada. Confirme no aplicativo se ela ainda está lá e gere um código novo.

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